Seja bem-vindo(a)! Você lê e reflete?

"Ler sem refletir é como comer sem digerir". Edmund Burke(parlamentar e filósofo político irlandês,1729-1797)
A fim de ser eficaz, a leitura deve incluir a compreensão.

domingo, 1 de maio de 2016

Há momentos em que precisamos retomar e abrir portas do passado, mesmo que doam, para que questões não resolvidas sejam definitivamente acertadas, possibilitando o fechamento de um ciclo rumo a novos horizontes!
 Ler instrui, orienta, redimensiona os pensamentos!

O ano de 2016 tem sido de grandes reflexões sobre a VIDA! Resumindo... chegamos ao conceito de felicidade com Cecília Meireles!

A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

terça-feira, 30 de julho de 2013

FELICIDADE QUASE COMPLETA!

Hoje, dia 30, recebi uma notícia que muito me alegrou: passei para o tão sonhado Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública na UFJF.
Quero lembrar aqui que:
1. Antes do sonho ser meu, creio que isso já estava no coração de Deus. Então, a minha vontade só coincidiu com os propósitos que já eram dele. Bom demais sentir que andamos no caminho certo! Vale a pena segui-lo!
2. Minha mãe, como sempre, teria grande orgulho de mim!!! Sempre puxa-saco da filha, se é que posso dizer isso. É... mãe não é puxa-saco de filho(a). Mãe ama os filhos e se realiza com as realizações deles! e meu pai, hoje, está aqui comigo, recebendo esta notícia! Sou feliz!!!
3. Há bem pouco tempo eu não pensava em chegar aqui!!! Aqui estou.
4. Agradeço a todos os que caminham comigo e torcem pelo meu progresso! Sou feliz por tê-los em minha vida! Obrigada!
5. Àqueles que são invejosos só posso dizer que, em Deus, tudo é possível ao que crê! Então, creia!!! Você também é capaz de vencer!


MÚSICA CRISTÃ

Música cristã de qualidade!
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terça-feira, 25 de junho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Conheça a espinha de peixe!

Também chamado de Espinha de Peixe, ou diagrama de causa e efeito, foi proposto por Kaoru Ishikawa na década de 60, uma das ferramentas da qualidade mais utilizada pelas empresas do mundo todo.
Criado originalmente para identificar as causas dos problemas no processo de produção de um produto (indústria). A sua utilização pode ser aplicada em qualquer tipo de problema organizacional. Ishikawa propôs uma divisão baseada em 6 M´s, ou seja, as causas dos problemas poderiam ser provenientes de:
1.    Mão de obra: Toda causa que envolve uma atitude do colaborador (ex: procedimento inadequado, pressa, imprudência, ato inseguro, etc.)
2.    Material: Toda causa que envolve o material que estava sendo utilizado no trabalho.
3.    Meio ambiente: Toda causa que envolve o meio ambiente em si (poluição, calor, poeira, etc.) e o ambiente de trabalho (layout, falta de espaço, dimensionamento inadequado dos equipamentos, etc.)
1.    Método: Toda causa envolvendo o método que estava sendo executado o trabalho.
2.    Máquina: Toda causa envolvendo á máquina que estava sendo operada.
3.    Medida: Toda causa que envolve uma medida tomada anteriormente para modificar processo, etc.
Etapas para construção do diagrama
1. Identifique o problema (efeito)
2. Descreva o efeito, na cabeça do peixe e suas causas no formato espinha de peixe, utilizando os 6M’s;
3. Identifique as influências do problema (causas). Primeiro as influências que considera como sendo as principais, em seguida as secundárias, depois as terciárias.
4. Incentive a participação da equipe com perguntas como “O quê?”, “Por quê?”, “E o que mais?”
5. Faça a análise do diagrama, destacando quais as causas que influenciam mais o problema analisado. Discuta isso entre os participantes para chegarem às causas que realmente são bastante influenciadoras e requerem atenção.
6. Comece a resolução das causas, uma por uma. Se possível, nomeie pessoas responsáveis por cada uma das causas. Nomeie também um supervisor geral de toda a ação para terem certeza de que tudo irá correr exatamente como planejado.
7. Analise os resultados obtidos. Reúna a equipe e mostre como o problema foi resolvido, com a ajuda de todos e principalmente com a identificação, aceitação e visualização do problema e suas causas.
Para maior eficiência do diagrama as causas devem ser identificadas com toda a equipe reunida, dando opiniões e sugerindo causas. Assim, o diagrama fica muito mais verdadeiro e confiável.


Qualidade total e o Ciclo PDCA em qualquer tipo de questão!

GESTÃO REAVALIADA? COMO?
Uma organização que se propõe a implementar uma política de gestão voltada para a "qualidade" tem consciência de que a sua trajetória deve ser reavaliada. As mesmas precisam pôr em prática atividades que visam estabelecer e manter um ambiente no qual as pessoas, trabalhando em equipe, consigam um desempenho eficaz na busca das metas e missões da organização.

CICLO PDCA

É uma das formas que a empresa, escola, pessoa tem para começar a gestão de qualidade é se preocupar com seus processos, e para isso pode se utilizar de uma ferramenta chamada de CLICO PDCA, essa ferramenta é de grande utilidade na busca da melhoria continua.

O ciclo PDCA, ciclo de Shewhart ou ciclo de Deming, foi introduzido no Japão após a guerra, idealizado por Shewhart e divulgado por Deming, quem efetivamente o aplicou. O ciclo de Deming tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão de qualidade, dividindo-a em quatro principais passos. O PDCA é aplicado principalmente nas normas de sistemas de gestão e deve ser utilizado (pelo menos na teoria) em qualquer empresa de forma a garantir o sucesso nos negócios, independentemente da área ou departamento (vendas, compras, engenharia, etc...).

O ciclo começa pelo planejamento, em seguida a ação ou conjunto de ações planejadas são executadas, checa-se se o que foi feito estava de acordo com o planejado, constantemente e repetidamente (ciclicamente), e toma-se uma ação para eliminar ou ao menos mitigar resultados negativos.

Os passos são os seguintes:

Plan (planejamento) : estabelecer missão, visão, objetivos (metas), procedimentos e processos (metodologias) necessários para o atingimentos dos resultados.
Do (execução) : realizar, executar as atividades.
Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios.
Act (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas. 
Veja a tabela de etapas do PDCA:

Há dois tipos de metas no clico PDCA: 

  • Metas para manter
O PDCA utilizado para atingir metas padrão, ou para manter os resultados num certo nível desejado, pode então ser chamado de SDCA (S de standard).
  • Metas para melhorar
De modo a atingir novas metas ou novos resultados, a "maneira de trabalhar" deve ser modificada, ou seja, melhorada.

Melhoria contínua
A melhoria contínua ocorre quanto mais “rodado” for o Ciclo PDCA.
Observe na figura abaixo, como a melhoria ocorre em função do tempo no processo anterior e após a aplicação do PDCA.




A melhoria contínua otimiza a execução dos processos, possibilita a redução de custos e o aumento da produtividade.

A aplicação do Ciclo PDCA a todas as fases do projeto leva ao aperfeiçoamento e ajustamento do caminho que o empreendimento deve seguir, mesmo os processos considerados satisfatórios são passíveis de melhorias. A introdução de melhorias gradativas e contínuas aos processos só tendem a agregar maior valor aos resultados do projeto e a assegurar maior satisfação dos envolvidos.